Em suma, os anos 60 formaram a grande década revolucionária. Os anos da minissaia, dos homens de cabelo comprido, da pílula anticoncepcional; da guerra do Vietnã, dos hippies, do feminismo; da Revolução Cultural na China, da Primavera de Praga, dos Beatles, dos Rolling Stones, de Jimi Hendrix e Janis Joplin, do LSD, do psicodelismo, das viagens à Lua; de Kennedy, Krutchev e Mao Tsetung; do cinema de Godard, Pasolini e Antonioni; das idéias e dos livros de Sartre, Marcuse, Althusser, Hermann Hesse, Erich Fromm e Wilhelm Reich; dos transplantes de coração, dos computadores e do amor livre, de Bob Dylan, Jim Morrison e Martin Luther King; de “Paz e Amor”, Woodstock e Che Guevara. (VENTURA, 1968).
“Me esparramo em mim, lua cheia sobre o carvão. Um mulherão, balangadãs, cerâmica e sisal. Língua assim, a conta certa entre a baunilha e o sal.” João Bosco, Coisa feia.
apaga a fumaça do revólver, da pistola
manda a fumaça do cachimbo pra cachola
acende, puxa, prende, passa
índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça
“Tu te tornas eternamente responsável por tudo aquilo que cativas.” - O Pequeno Príncipe
“só burro sabe tudo e não precisa de ninguém” Edu Lopes, A Filial.





